
UMA NOITE COM O BATER DE ASAS DE UMA BORBOLETA |
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| PERCURSO 7 (percurso nocturno) | |||||||||
| sobral da adiça | 16 maio 2009 De dia, utilizam redes para as capturar. De noite, armadilhas luminosas: um apoio para a lâmpada, um lençol branco estendido no chão, para facilitar a sua detecção, alguns copos que funcionam como gaiolas, permitindo a contagem e identificação das presas antes de serem devolvidas à natureza. Estamos a falar de lepidópteros, vulgarmente conhecidos por borboletas e mariposas, e de entomologistas ou aqueles que as estudam para fins científicos. Será na companhia de um destes especialistas na matéria, o Eduardo Marabuto, que faremos um passeio nocturno na serra da Adiça, considerada um paraíso para estes seres alados. Com as referidas técnicas de captura, e também alguma sorte, será possível achar a sempre vistosa cauda-de-andorinha ou a borboleta-do-medronheiro, o maior lepidópetro diurno da Europa, passando por espécies raras, como a Amygdaloptera testaria, ou em perigo de extinção, como a Euchloe Tagis. Como se pode ver, motivos não faltarão para sentir intensamente o efeito borboleta, desta vez numa nova fórmula: o simples bater de asas de uma borboleta na serra da Adiça desencadeia uma onda de felicidade no mundo inteiro.
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